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Educação | Luiz Castro afirma que conversará com o MPF sobre a revisão de contrato milionário da Seduc

Manaus | 19 de Janeiro de 2019 (Sábado)


Na manhã da última sexta-feira (18), o governador Wilson Lima assinou o termo de posse que oficializou Luiz Castro como titular da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc).

A cerimônia foi realizada no auditório da Sede do Governo, localizada na Zona Oeste da capital, além de Luiz Castro (Rede), Alessandro Moreira também foi oficializado como controlador-geral do Estado do Amazonas.

Durante o evento, Wilson Lima destacou a confiança que possui pelos empossados para comandar duas áreas consideradas fundamentais no processo de reconstrução do Amazonas.

“Alessandro é funcionário de carreira da Sefaz. Pude conhecer um pouco mais da competência dele ao longo do processo de transição, quando nos ajudou muito. É uma referência no que diz respeito aos contratos do estado, que tem papel fundamental nesse início de governo. Luiz Castro foi um batalhador durante todo o processo de construção desse projeto que vivemos juntos. Ele tem a responsabilidade de elevar a educação no Amazonas a um patamar superior, porque não podemos continuar tendo os índices que nós tivemos nos últimos anos. Agradeço por terem aceito o desafio”, disse o governador.

Após a cerimônia, o secretário de Educação do Amazonas garantiu que irá cumprir a recomendação feita pelo Ministério Público Federal (MPF) sobre o contrato milionário do Centro de Mídias.

“Nós temos que discutir isso do ponto de vista de um entendimento comum com o Ministério Público Federal. Fazer uma nova licitação é o recomendável e pretendemos sim atender a recomendação do MPF. Eu não quero dizer que a faremos por completo antes de discutir com o próprio MPF. Interromper os serviços é algo muito perigoso para o processo de ensino-aprendizagem ao longo do ano”, argumentou.

Ele afirmou também que pretende iniciar uma nova licitação para a instalação de equipamentos que facilitarão na aprendizagem de aulas realizadas à distância. De acordo com o MPF, antes de abrir a nova licitação, a Seduc fará um estudo técnico para embasar o projeto básico e o edital para a contratação da empresa interessada em prestar o serviço.

O secretário informou que o fechamento do contrato com o consórcio DMP/Via Direta poderia causar “um enorme prejuízo às crianças, adolescentes e jovens que dependem do ensino mediado”. Alegando ser de extrema necessidade um encontro com o MPF para trabalhar nesta questão “porque entendemos que também ao MPF não interessa interrupção abrupta de um sistema que está funcionando e que é fundamental para o ano letivo de 2019, especialmente no interior, nas comunidades mais distantes”.

Luiz Castro garantiu que ainda fará reuniões para encontrar de alguma forma, maneiras para reparar o débito deixado pela gestão anterior, para o secretário, “não é justo que no governo atual e que os profissionais da educação paguem a conta da inadimplência do governo que saiu, e disse que teria deixado tudo organizado e não é verdade”.

Foto: Reprodução/Instagram.

Redação por Portal Pontual.

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