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Dados | Aumentou em 13% o número de denúncias de violências contra idosos no ano anterior, segundo Ministério da Mulher, da Família e Direitos Humanos

Manaus | 13 de Junho de 2019 (Quinta-feira)


O Disque 100 registrou um aumento de 13% no número de denúncias sobre violência contra idosos no ano passado em relação a 2017, os dados foram feitos pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, sendo divulgado na última terça-feira (11).

Segundo informações fornecidas pela assessoria de imprensa da pasta, o serviço de atendimento recebeu 37.454 notificações, sendo que a maioria das agressões foi cometida nas residências das vítimas (85,6%), por filhos (52,9%) e netos (7,8%).

De acordo com a assessoria de imprensa da pasta, o levantamento revela que as violações mais comuns são as de negligência, com 38%, a violência psicológica (acompanhada de gestos de humilhação, hostilização ou xingamentos) com 26,5%, logo após a violência patrimonial (quando há bens do idoso sendo destruídos ou o seu salário é retido) com 19,9%.

A violência física fica em quarto lugar, estando presente em 12,6% dos relatos levados ao Disque 100. O ministério informa que, em alguns casos, mais de um tipo de violência foi cometido e, portanto, comunicado à central.

No relatório ainda constam a faixa etária que predominam, sendo elas entre 76 e 80 anos (18,3%) e entre 66 e 70 anos (16,2%).

Ações governamentais

O Programa Viver – Envelhecimento Ativo e Saudável possui a finalidade de ampliar as oportunidades aos idosos, através da inclusão digital e social. As ações abrangem as áreas da tecnologia, educação, saúde e mobilidade física.

“O programa tem o propósito de resgatar a autoestima, conscientizar a pessoa idosa no âmbito da educação financeira e dos direitos a ela inerentes”, informou o secretário nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa do ministério, Antônio Costa.

Foto: Leonardo Morais/ Arquivo Hoje em Dia.

Fonte: Agência Brasil *Com informações da assessoria de imprensa do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

Redação por Ana Flávia Oliveira.