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Erro | Enfermeira realiza procedimento de circuncisão errado e bebê tem o pênis amputado, no Egito

Manaus | 16 de Julho de 2019 (Terça-feira)


Uma enfermeira realizou um procedimento de circuncisão mal feito e resultou na amputação do pênis de um bebê, no norte do Cario, no Egito. As informações são  do portal The Mirror.

O caso começou quando o pai da criança, identificado como Ashraf Helmi havia ido com a cunhada para vacinar seu filho em um hospital foi então que a enfermeira que se passou por médica, realizou um procedimento de circuncisão no bebê, ou seja, o ato cirúrgico de fazer a remoção do prepúcio (camada de pele que cobre a cabeça do pênis).

“Ela fez isso em um pronto-socorro e não em uma sala de operação. Eu me certifiquei de estar lá porque você ouve falar de todas as cirurgias mal feitas por aí”, disse o pai da criança.

Além disso, o homem relata que após o procedimento, a enfermeira prendeu uma gaze com muita força na área íntima do recém-nascido, “Quando lhe disse que é muito difícil para um menino, ela disse: ‘Eu sei o que estou fazendo!’”, disse Helmi.

Depois do procedimento, o pai alegou que notou um inchaço no pênis do filho e retornou ao hospital para uma consulta médica, foi quando a enfermeira que anteriormente afirmou ao homem que era médica, fez com que ele espera em uma sala pois iria “trazer um médico para lhe atender”.

Logo após a consulta, o bebê desenvolveu uma infecção no pênis e teve que ser amputado logo em seguida pelos cirurgiões. A enfermeira foi afastada do cargo e agora segue detida para a investigação e conclusão do caso.

O vice-ministro da saúde, Hamdi al-Tabakh, se manifestou sobre o ocorrido e informa à imprensa que a enfermeira admitiu ter feito o procedimento. Entretanto, a mulher alegou que realizou a ação na casa do pai, e não no centro médico, já o pai de bebê nega essa versão.

Foto: Jamie Grill/ Getty Images.

Fonte: The Mirror.

Redação por Portal Pontual.

Eric Barbosa

Eric Barbosa

Mestrado em Saúde Sociedade e Endemias na Amazônia na área de concentração de Epidemiologia de Agravos e Prevalentes na Amazônia pelo Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/FIOCRUZ), Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Universidade Federal do Pará (UFPA) (2013). Tem experiência em pesquisa na área de Epidemiologia, Saúde Coletiva com ênfase em Saúde Pública, Avaliação de Serviço em Saúde e Saúde Baseada em Evidências, desenvolvendo estudos nos temas: Tuberculose, Resistência aos fármacos, Tuberculose Multirresistente, Coinfecção TB/HIV.

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