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Brasil | Traficantes usam imagem de Ludmilla para estampar malotes de entorpecentes, na Cidade de Deus.

Manaus, 13 de janeiro de 2020.

Depois do sucesso de “Verdinha”, música da cantora Ludmilla, surgiu uma imagem inusitada. Traficantes da comunidade Cidade de Deus, na zona oeste do Rio, estão usando uma imagem da artista,  do clip da música, para ilustrar malotes de maconha.  A droga custa R$ 35 e é conhecida como “A Braba”.

Ludmilla foi alvo de muitas críticas após o lançamento do clip, como do deputado cabo Junio Amaral, do PSL-MG, por, segundo ele, fazer apologia às drogas com a música ‘Verdinha’. Em sua defesa a compositora alegou que na realidade ela estava falando sobre a alface.

Uma marca de calçados chegou a cancelar um patrocínio por conta de toda a repercussão de “Verdinha”.  O Programa de TV  Encontro com Fátima Bernardes também entrou na mira dos críticos por ter colocado a cantora para divulgar sua música em horário nobre.

Medidas Cabíveis 

A assessoria de imprensa da cantora se manifestou por meio de nota sobre o ocorrido, lamentando a veiculação da imagem da cantora em referência ao uso e comercialização de entorpecentes. Confira a nota enviada para o nosso portal:

A cantora Ludmilla, através de sua assessoria jurídica, representada pelo advogado José Estevam Macedo Lima, vem a público externar veemente repúdio a veiculação da imagem da cantora ao uso e comercialização de entorpecentes.
Com efeito, a cantora tem sido alvo de uso indevido de sua imagem que constitui flagrante violação aos seus direitos da personalidade, que lhe são assegurados pelo Código Civil Brasileiro.
Por fim, a cantora esclarece que não poupará esforços para adotar todas as medidas cíveis e criminais que se fizerem necessárias, de modo a repelir e responsabilizar os autores das veiculações do conteúdo a seu respeito.

Fonte: O dia| Pleno News.

Foto: Reprodução|Fábia Oliveira.

Redação por Débora Almeida.

Eric Barbosa

Eric Barbosa

Mestrado em Saúde Sociedade e Endemias na Amazônia na área de concentração de Epidemiologia de Agravos e Prevalentes na Amazônia pelo Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/FIOCRUZ), Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Universidade Federal do Pará (UFPA) (2013). Tem experiência em pesquisa na área de Epidemiologia, Saúde Coletiva com ênfase em Saúde Pública, Avaliação de Serviço em Saúde e Saúde Baseada em Evidências, desenvolvendo estudos nos temas: Tuberculose, Resistência aos fármacos, Tuberculose Multirresistente, Coinfecção TB/HIV.

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