Um estudo, com parceria entre a Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), avaliou a ação anticancerígena de uma substância de origem vegetal com poder de inibir células malignas.
Os experimentos feitos com essa substância mostraram bons resultados para o sistema imunológico sem efeito tóxico para as células saudáveis do corpo.
A pesquisadora, Regiane Costa Oliveira, identificou que o composto natural pode ser uma alternativa importante para o tratamento de leucemias, esse estudo é importante para o tratamento alternativo e prognóstico de diversos tumores.
Informações da pesquisa
A substância estudada é derivada de uma planta nativa da África, chamada de Oschrosia elliptica, também encontrada nos EUA, Austrália e na Ásia.
Os resultados iniciais do estudo são importantes para as futuras pesquisas de novos fármacos anticancerígenos, pois os dados sugerem efeitos com menos toxidade ao paciente, além de um baixo custo em comparação aos tratamentos mais conhecidos para leucemia.
Regiane ainda explica que o composto pode ser um bom candidato a ser explorado como substância anticâncer em futuras pesquisas médicas e farmacêuticas, pois contribui para o desenvolvimento de novas formulações terapêuticas que poderão auxiliar no tratamento de leucemias agudas e crônicas.
Apoio
O estudo foi desenvolvido no Laboratório de Virologia e Imunologia do Instituto de Pesquisa da Amazônia (INPA), em cooperação com a Universidade de Helsinque, Instituto Nacional de Química da Ucrânia e Universidade Mohamed Bem Abdellah Fes, Marrocos e foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).
Texto: da redação.
Fotos: divulgação.