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Pesquisa | Segundo estudo, medicamento de HIV pode ser eficaz para combater o Alzheimer

Manaus | 23 de Novembro de 2018 (Sexta-feira)


Atualmente um artigo publicado pelo periódico científico Nature, confirma a hipótese criada por cientistas anos atrás sobre o DNA dos neurônios sofrer uma recombinação natural, algo parecido já havia sido comprovado na época com o sistema imunológico para a criação de anticorpos.

Ao contrário da maioria das células existentes no nosso corpo, os neurônios do cérebro possuem a capacidade de reorganizar seu próprio DNA, a descoberta pode influenciar na explicação de como a doença de Alzheimer se desenvolve e abre caminho para novos tratamentos com medicamentos existentes usados, um exemplo disso é o antirretroviral AZT, usado contra o HIV.

A equipe de cientistas encontrou 10 vezes mais variantes do gene responsável pela produção de beta-amilóide (APP), uma proteína que se aglomera no cérebro dos pacientes com  a condição, em pacientes com doenças de Alzheimer. Essas variações foram capazes de produzir uma gama de proteínas tóxicas, além da APP.

Esse descobrimento poderá exemplificar por que os medicamentos que visam especificamente a APP obtiveram sucesso limitado, como explica o principal responsável pelo artigo, Jerold Chun, “ Eles podem estar perdendo milhares de outros produtos tóxicos que são pouco diferentes ou muito diferentes” disse.

Confira o artigo completo em inglês no site: https://www.nature.com/articles/s41586-018-0718-6#Abs1

Fonte: Nature- Uol.

Foto: reprodução.

Redação por Ana Flávia Oliveira.

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