Manaus | Quinta-feira
Uma mãe alega que foi impedida pelo cartório de registrar a filha com o nome da sua escolha.
O Cartório do 2° Ofício de Monte Alegre, por meio de nota, constesta a denúncia de Etna de Jesus Franco, e informa que o pai da criança, Abiel Moura da Silva, concordou com a mudança do nome.
“Eu escolhi Evni, mas disse para o meu marido que se não aceitassem com o ‘v’ mudo, podia acrescentar um ‘e’ depois do v. Mas a atendente queria saber o significado, e meu marido disse que não sabia. Aí ela disse que esse nome não existe e que no cartório dela ela não poderia fazer um registro com aquele nome. Aí, ela colocou o nome de ‘Evelly’. Houve uma discussão entre eles dois, ele disse que não aceitava porque sabia que quando chegasse em casa ia ter problemas porque eu já tinha falado que o nome da minha filha ia ser Evni. Mas ela fez o registro mesmo contra a vontade dele”, relatou Etna.
Em recuperação da cesariana realizada para o nascimento de ‘Evni’ Abiely, Etna disse que caiu no choro quando o marido chegou em casa com a certidão de nascimento contendo um nome diferente do que ele havia escolhido. “Eu estou em prantos desde quando vi que tinham trocado o nome da minha filha. Eu não consigo me conformar, porque esse não foi o nome que eu escolhi para ela”, relatou.

