sábado, agosto 30, 2025
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Subvariante BA.2 da ômicron já representa quase 70% de amostras no Brasil

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A subvariante BA.2 da ômicron já é majoritária entre os casos de Covid no Brasil, aponta novo levantamento feito por laboratórios.

Segundo dados do ITPS (Instituto Todos Pela Saúde) divulgados nesta quinta-feira (14), a sub-linhagem representa agora quase 70% das amostras analisadas.

O estudo envolveu 9.412 testes feitos nos laboratórios Dasa e DB Molecular entre os dias 3 e 9 de abril. Nesse intervalo, a taxa de positividade, ou seja, a quantidade de exames que dão positivo, passou de 4,5% para 6,2% –no total, foram avaliados, portanto, 586 diagnósticos de Covid-19.

O instituto mensurou os casos provocados pela subvariante do Sars-CoV-2 com um teste chamado de PCR Especial, porque detecta o gene S, de onde é possível inferir a sub-linhagem que causou a infecção.

Assim, o ITPS observou que no período 69,3% das amostras foram de BA.2. Antes, em levantamento também feito pela entidade, a subvariante já tinha mostrado um salto no Brasil. De 29 de fevereiro a 19 de março, ela passou de 3,8% a 27,2% entre os casos positivos analisados.

No Brasil, há casos da linhagem BA.2 da variante ômicron desde fevereiro deste ano.

Além do ITPS, a Rede Genômica da Fiocruz também já alertou que a BA.2 tem demonstrado uma maior propagação no país. Em fevereiro, a BA.2 era responsável por 1,1% dos genomas sequenciados. Em março, a proporção subiu para 3,4%.

Essa subvariante demonstra ser mais contagiosa do que a cepa original da ômicron. Fora do país, ela também vem se alastrando: nos Estados Unidos, por exemplo, ela já é responsável por 85% dos casos, segundo o CDC (Centro de Controle de Doenças).

 

Fonte: FOLHAPRESS

Foto: Divulgação

Redação por Bernardo Andrade

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Eric Lima

Criador do Portal Pontual

Mestrado em Saúde, Sociedade e Endemias na área de concentração de Epidemiologia de Agravos e Prevalentes na Amazônia pelo instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/FIOCRUZ), Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Universidade Federal do Pará (UFPA - 2013). Tem experiência em pesquisa na área de Epidemiologia, Saúde Coletiva com ênfase em Saúde Pública, Avaliação de Serviço em Saúde e Saúde Baseada em Evidências, desenvolvendo estudos nos temas: Tuberculose, Resistência aos fármacos, Tuberculose Multirresistente, Coinfecção TB/HIV.

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