Amazonas | Bastidores (26.03)
Os professores estão desencadeando movimento de greve nos últimos dias, mesmo após decisão judicial determinar que a paralisação e ilegal. Porém, poucos sabem que trata se de uma paralisação ‘’orquestrada’’ e planejada para usar a insatisfação dos servidores como artilharia de desgaste da gestão de Amazonino Mendes.
Os pilares de aprovação de um governo estão pautados na Saúde, Educação e Segurança.
Entenda mais…
‘’1º movimento orquestrado’’
Em outubro de 2017, pesquisas internas mostravam que o principal ponto de reclamação da população estava na segurança pública. Visto, este dado, a gestão de Amazonino Mendes, priorizou a reorganização e reordenamento sob comando do vice-governador Bosco Saraiva, que com êxito, construiu uma linha de gestão que aumentou os índices de aprovação do governo atual. Em 5 meses, comparada as gestões anteriores, a segurança pública melhorou, equilibrando a opinião pública quanto a melhora do quadro.
Em fevereiro de 2017, se aproximando da ‘’janela partidária’’, pesquisas internas mostravam um comportamento linear da nova gestão. Com a desconfiguração dos arcos de aliança que elegeram Amazonino, a polícia militar eclodiu em greve, após mesa de conversa aberta com o governo. Deputados, e poderes nas ‘’sombras’’, inflamaram o movimento de greve dos policiais.
Amazonino cedeu a categoria, e equilibrou as relações com os praças, favorecendo assim as boas relações do governo com a polícia militar.
Este movimento de Amazonino, indiretamente, enfraqueceu Alessandra Câmpelo, Platiny Soares e Cabo Maciel, favorecendo, os líderes do movimento de greve da PM, que serão candidatos este ano.
‘’2º movimento orquestrado’’
Após, não produzir o efeito desejado para desgaste da gestão do governador Amazonino Mendes. Os movimentos orquestrados e planejados foram direcionados para a educação.
Professores com pendências de gestões passadas tiveram suas insatisfações infladas, deliberadamente, em um movimento com objetivo de desgastar Amazonino e favorecer demais candidatos ao governo em outubro, dentre eles, destaque para David Almeida.
David em sua pequena passagem pelo governo, produziu aprovação com a classe, após pagamentos de direitos, porém, não enfrentou movimento de greve. Neste contexto, Serafim Corrêa precisa ser citado.
Serafim fez silêncio na gestão de David, e agora faz voz de oposição na gestão do Amazonino. Por ocasião da eleição que se aproxima, Serafim aproveita a onda do descontentamento dos professores e traz uma situação que se alonga desde seu mandato, que por conveniência fez uso da tribuna na semana passada para tratar agora. Acesse o link
O discurso de Serafim, foi usado também pelo Prefeito de Manaus, Artur Neto, que postou em suas redes sociais o discurso de Serafim. Artur PATROCINOU a postagem, por dias, afim de tentar determinar o ‘’fato’’ na opinião pública. Veja no link:
Parintins
Desde a chegada em Parintins, o governador foi monitorado, pela oposição, em reunião com os professores, foi argumentado sobre aumento para a categoria. Amazonino apresentou a situação e os avanços que realizou desde sua nova gestão. No lado de fora, um grupo de professores já se organizavam para vaias e gritos ensaiados. Ouça o áudio:
Amazonino, lembrou que anos anteriores os professores não fizeram greve, mas, por se tratar de ano eleitoral, o movimento tinha objetivos escusos. Nos bastidores, se comenta de nomes com poder de transitar em vários lados, planejando e produzindo ‘’tais’’ movimentos, eclodindo essas manifestações nos municípios, de acordo com a agenda do governador.
A mesa de negociação está aberta, o governo pediu a volta dos professores para não prejudicar o calendário escolar. Mas, o movimento dos professores, não aceitou, mantendo a paralisação. O movimento de greve está organizado, produzido por etapas e com discurso ajustado. As postagens em redes sociais dos professores desde a última sexta feira, foram direcionadas, a população, com apelo de ganhar apreço da opinião pública. Uma ‘’faisca’’, de marketing, denunciando possíveis, ‘mentes’’, por trás do movimento.
A lei da responsabilidade fiscal, põe um limite nos gastos, evidenciando assim que os deputados na ALE, não consideraram os professores. Deputados não são lembrados, e a responsabilidade deles parecem passar despercebido.
‘’3º movimento orquestrado’’
O próximo movimento começa a ser produzido na saúde. Sites e blogs já começaram a publicar matérias sobre valores pagos as empresas de cooperativas.
Por fim,
A situação da gestão de Amazonino enfrenta forças e desafios contrários internos. Deputados, dizem estar com o governo, mas se abstém, fazem silêncio, sorriem na sede do governo, mas se calam na ALE. São figuras bem acomodadas no governo, mas fazendo jogo duplo…
Alguns secretários mais preocupados em fazer promoção pessoal em redes sociais, não citam governo, e não conseguem trabalhar articulados com outras secretárias. Um verdadeiro teste de paciência para o gestor, que vai precisar de muita sabedoria, para conduzir o governo.
A janela partidária encerra em 13 dias, e deverá aflorar os ânimos internos, e o jogo começa a esquentar para determinar quem será o próximo governador do Amazonas.
Redação por Eric Lima

