Manaus | Terça-feira
Jovem burla o sistema de ingresso da UEMA duplamente: Cotas Raciais e falsificação de Certificado de Conclusão de Ensino Médio, de uma escola pública maranhense.
A Universidade descobriu que o Certificado era falso, e ao investigar mais um pouco, descobre onde a mesma estudou, e abre um Processo Administrativo por falsificação de Documento Público, falsidade ideológica, para impedir a formatura da mesma, já que não estava dentro dos critérios de ingresso. A estudante entrou na Justiça injusta, que deu liminar para ela se formar, no último dia 21/07…
Cotas Raciais tem critério social junto. Não basta ser Negro (entre Pretos e Pardos), mas tem que ter estudado em Escola Pública TODO o Ensino Médio, ou em Escola Particular com Bolsa de Estudo (carente), comprovadamente. Como ela não tinha, forjou um diploma de uma escola, na qual não se formou!!
O CRM diz que não dará o Registro da mesma, e a Universidade, apesar de ter sido obrigada a dar o diploma da mesma, segue com o Processo por falsificação. Ela fez Residência em Dermatologia…
Redação Por Natália Dantas

