Manaus | 7 de Dezembro de 2018 (Sexta-feira)
Nesta sexta-feira (7), o futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, o ex-juiz Sérgio Moro, não respondeu as perguntas feitas pela imprensa sobre o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Foi revelado neste relatório uma movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em uma conta no nome de um ex-assessor do deputado estadual e senador eleito, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho (mais velho) do então presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.
O documento foi anexado pelo Ministério Público Federal, originando à investigação intitulada de “Operação Furna da Onça”. No mês passado através dessa operação foram presos dez deputados estaduais da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
No entanto , Flávio Bolsonaro e nem seu ex-motorista e segurança, identificado como Fabrício José Carlos de Queiroz, foram alvos dessa operação.
Sergio Moro apenas anunciou os nomes do futuro chefe da Polícia Rodoviária Federal , o policial rodoviário federal Adriano Marcos Furtado e da Secretaria Nacional do Consumidor , o advogado Luciano Bennetti Timm, e logo após, saiu do local sem falar com a imprensa sobre o assunto.
Foto: Reprodução.
Redação por Ana Flávia Oliveira.

