Manaus | 02 de Fevereiro de 2019 (Quarta-Feira)
Nesta quarta-feira (02), a advogada e pastora evangélica Damares Alves assumiu o cargo de ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos. Damares foi assessora parlamentar no gabinete do senador Magno Malta (ES), um dos principais aliados do presidente Jair Bolsonaro. Ela nasceu no Paraná, mas mudou-se aos seis anos para o Nordeste, onde morou em Alagoas e na Bahia.
O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos foi criado por Bolsonaro. Caberá à pasta coordenar as políticas e as diretrizes destinadas à promoção dos direitos humanos.
Em seu discurso a ministra se pronunciou com a frase: “O Estado é Laico, mas essa ministra é terrivelmente cristã”, política de campanha que parece ser comum dentro do próximo governo, segundo a Constituição questões religiosas não podem ser relacionadas a política, já que a população brasileira é dividida em muitas vertentes religiosas, não é o que apoia o presidente e seus ministros.
A pasta vai atuar em temas como: direitos da mulher, da família, do idoso, da criança e do adolescente, da pessoa com deficiência, do índio e das minorias.
A pasta terá oito secretarias e 12 conselhos ou comitês. A Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres e a Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que tiveram status de ministério nos governos Lula e Dilma e ficarão vinculados ao ministério comandado por Damares Alves.
Foto: Divulgação.
Redação Portal Pontual.

