Manaus | 29 de Janeiro de 2019 (Terça-feira)
A Claro que também é responsável pelas operadoras NET e Embratel enviou à Anatel suas contribuições para a elaboração da agenda regulatória da Agência para o biênio 2019-2020. Entre as sugestões, está a volta da discussão sobre a franquia de internet fixa no Brasil.
Outra proposta também é o adiamento do cronograma para a finalização de testes necessários para o uso do espectro 3,5 GHz no país. A visão da tele é de que essa finalização não seja prioridade neste momento e que o leilão deveria esperar a chegada dos primeiros modelos com suporte para o 5G ao mercado nacional (entre o fim de 2019 e o início de 2020).
Para a operadora, realizar o leilão sem que a indústria de equipamentos esteja preparado o suficiente, “Esse passo deve ser dado comedidamente, de forma que o ciclo de investimento seja virtuoso e não comprometa a competitividade do mercado ou o equilíbrio econômico-financeiro dos players”, defende a Claro.
Segundo a matéria do site TeleTime, a operadora acredita que a Anatel já possui capacidade de avaliar e dar sequência à análise dos impactos econômicos, jurídicos e sobre o consumidor de tal mudança no modelo de comercialização da banda larga fixa no Brasil.
De acordo com ela, as operadoras “tiveram limitada a sua liberdade nos modelos de negócios, além de estarem arcando com os ônus financeiros decorrentes da medida”. A medida citada foi imposta pela Anatel em 2016, quando o órgão do governo federal impediu que as prestadoras atuantes no Brasil impusessem um limite de dados nos planos de banda larga fixa aos seus clientes.
Foto:Antônio More/Gazeta do Povo.
Fonte: TeleTime.
Redação por Portal Pontual.

