Manaus | 11 de Março de 2019 (Segunda-feira)
Na manhã desta segunda-feira (11), um Boeing 737 da Ethiopian Airlines caiu pouco tempo depois de decolar de Addis Abeba, capital da Etiópia. De acordo com a companhia aérea, havia 149 passageiros e oito tripulantes a bordo do vôo que seguiria para Nairóbi, no Quênia.
Por mera coincidência, o Boeing 737-800 MAX é o mesmo modelo de aeronave que, em outubro do ano anterior, esteve envolvido em outro acidente. Um aparelho idêntico da companhia indonésia Lion Air caiu no mar 13 minutos após partir do aeroporto de Jacarta, causando 189 mortes.
A companhia aérea etíope é estatal e tem uma das maiores companhias de aviação do continente africano. Fundada em 1945, a companhia opera voos para a Europa, a América do Norte, a América do Sul, a África, o Oriente Médio e a Ásia. Desde 2011, integra a Star Alliance, uma aliança mundial de companhias aéreas.
De acordo com informações da televisão estatal da Etiópia, não houve sobreviventes, além disso, o avião transportava passageiros de 33 nacionalidades.
O primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed Ali, lamentou o acidente em sua conta no Twitter, “Em nome do governo e povo da Etiópia, gostaria de expressar as mais sentidas condolências às famílias que perderam seus entes queridos na Ethiopian Airlines Boeing 737 em um vôo regular para Nairóbi, Quênia nesta manhã”, escreveu.
A Ethiopian Airlines anunciou que enviará equipes ao local do acidente para “fazer todo o possível para ajudar nos serviços de emergência”. A companhia está montando um centro de informações sobre os passageiros e divulgou números de telefone para os quais os parentes das vítimas podem ligar.
O voo ET 302 caiu perto da cidade de Bishoftu, ou Debre Zeit, cerca de 50 quilômetros ao sul da capital Addis Abeba. A estimativa é que caiu minutos depois de decolar.
Foto: Michael Tewelde (AFP).
Fonte: Agência Brasil *Com informações da DW, agência pública de notícias da Alemanha, e da RTP, televisão pública de Portugal.
Redação por Ana Flávia Oliveira.

