Manaus | 10 de Abril de 2019 (Quarta-feira)
Condenado a 12 anos e um mês de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) por lavagem de dinheiro e corrupção passiva no caso do Triplex do Guarujá, e de acordo com o entendimento dos juristas, é que a condenação por corrupção seja mantida no Superior Tribunal de Justiça, no entanto, a lavagem de dinheiro pode ser descartada pelo fato de Lula não ter incorporado o imóvel.
O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva poderá sair com a previsão de data para o dia 23 deste mês, da cela improvisada na Superintendência da Polícia Federal de Curitiba para prisão domiciliar. A informação foi divulgada pelo Correio Braziliense.
O ex-presidente já completou um ano de prisão, e se houver a confirmação da exclusão da pena por lavagem de dinheiro, ele poderá cumprir um sexto do tempo de prisão, conseguindo ir para o semiaberto. Dentro do novo regime, Lula teria de trabalhar durante o dia, no entanto, existe o receio do sistema penitenciário não ser capaz de garantir a segurança, o que levaria à prisão domiciliar.
O caso da condenação do triplex do Guarujá será analisado pela 5ª Turma do STJ, conhecida entre os bastidores do tribunal como “câmara de gás” por registrar poucas revisões de condenações de instâncias inferiores.
Juristas também avaliaram que o adiamento do julgamento no STF sobre a validade da prisão em segunda instância, que estava previsto para hoje (10) e foi transferido para uma nova data ainda não estabelecida, foi uma estratégia para que o STJ defina o futuro do ex-presidente.
Foto: Reprodução.
Fonte: Correio Braziliense.
Redação por Portal Pontual.

