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Bill Gates diz que 2021 foi ‘um ano de grande tristeza pessoal’

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Bill Gates, 66, conhecido por ser cofundador da Microsoft, afirmou que nenhum ano de sua vida havia sido mais “difícil” ou “incomum” do que 2021.

Em seu blog, intitulado GatesNotes, o bilionário compartilhou um texto desabafando sobre suas lutas pessoais, nesta terça-feira (7).

Para ele, 2021 foi “um ano incrivelmente difícil para muitas pessoas, inclusive eu”. Gates conta que, apesar de preferir ter se concentrado em seu trabalho no ano passado, reconheceu a curiosidade que surgiu em torno de seu divórcio com Melinda Gates, anunciado em maio após 27 anos de casamento.

“Melinda e eu continuamos a administrar nossa fundação juntos e encontramos um bom novo ritmo de trabalho”, disse o bilionário sobre a organização sem fins lucrativos, a Bill e Melinda Gates. “Mas não posso negar que foi um ano de grande tristeza pessoal para mim. Adaptar-se às mudanças nunca é fácil.”

Gates explica que uma das maiores mudanças foi passar a ficar muito tempo sozinho, e ainda se descreveu como um “ninho vazio” após a partida de seus dois filhos mais novos, Phoebe e Rory. Ao longo do texto, ele também celebra o casamento de seu 3º filho, Jenn, com a equestre Nayel Nasser.

“A casa é muito mais silenciosa sem um bando de adolescentes por perto”, escreveu ele, que agora encontra mais tempo para trabalhar ou ler um livro. “[Mas] é uma experiência estranha e desorientadora”, escreveu. “Meu mundo pessoal nunca pareceu menor do que nos últimos doze meses.”

O bilionário da Microsoft completa dizendo que foi um ano de “grandes transições”. Além disso, ele conta que teme um declínio perigoso na confiança das pessoas nas instituições públicas após o período da pandemia da Covid-19.

“Com base no que vi nos últimos anos, estou mais preocupado do que nunca com a capacidade dos governos de realizar grandes coisas”, escreveu. Ele também contou que está escrevendo um livro sobre como se preparar para uma pandemia, e que é “a coisa maior e mais importante na qual estarei trabalhando em 2022”.

Por fim, ele se mostrou entusiasmado com os avanços tecnológicos provocados pela pandemia, e enxerga que eles podem trazer uma revolução para a saúde, educação e mundo do trabalho. “Por incrível que pareça, estamos apenas começando a ver como a digitalização vai mudar nossas vidas”, refletiu.

“Há muito potencial para a tecnologia criar mais flexibilidade e opções para as pessoas”. Gates ainda previu que a “fase aguda” da pandemia deve chegar ao fim em “algum momento de 2022” e reconheceu que a nova variante Ômicron é preocupante.

“O mundo está melhor preparado para lidar com variantes potencialmente ruins do que em qualquer outro ponto da pandemia até agora”, completou. Para ele, “novos medicamentos serão capazes de cuidar da maioria dos casos e os hospitais serão capazes de cuidar do resto”.

Fonte: FOLHAPRESS

Foto: Divulgação

Redação por Bernardo Andrade

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Eric Lima

Criador do Portal Pontual

Mestrado em Saúde, Sociedade e Endemias na área de concentração de Epidemiologia de Agravos e Prevalentes na Amazônia pelo instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/FIOCRUZ), Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Universidade Federal do Pará (UFPA - 2013). Tem experiência em pesquisa na área de Epidemiologia, Saúde Coletiva com ênfase em Saúde Pública, Avaliação de Serviço em Saúde e Saúde Baseada em Evidências, desenvolvendo estudos nos temas: Tuberculose, Resistência aos fármacos, Tuberculose Multirresistente, Coinfecção TB/HIV.

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