Manaus | 5 de Dezembro de 2018 (Quarta-feira)
Magno Malta apesar de ser o braço direito do então presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), participando ativamente da campanha, levando a crer que o mesmo já estaria com uma vaga de destaque na equipe, não acreditou que não irá fazer parte do governo de Bolsonaro.
Malta além de não ter sido reeleito como senador, também não participará da equipe de Bolsonaro, no qual deixou de se dedicar a própria campanha para favorecer a de Bolsonaro, segundo ele, foi “escanteado” pelo aliado.
O vice de Bolsonaro, general Mourão, afirmou que Malta era “o elefante no meio da sala” pois não sabiam o que iriam fazer com o mesmo. Ainda soaram supostas cogitações de Bolsonaro indicar a assessora parlamentar de Malta, Damares Alves, para o Ministério dos Direitos Humanos, pasta desejada por Magno.
Em conversa ao The Intercept Brasil, Malta alegou não considerar Bolsonaro um ingrato pela atitude inesperada e que ainda considera o mesmo como um amigo e garante estar torcendo por ele, além disso, ele afirma apenas se arrepender de não ter se dedicado o suficiente em sua campanha, “Não lutei para ter um cargo no governo”, mas “pelo Brasil”, disse.
Magno procurou refúgio em seu sítio situado em Viana, na região metropolitana de Vitória, desde a última quinta-feira. Ele alegou que não voltará para a vida pública e se dedicará no momento aos netos e ao projeto de recuperação de viciados em drogas.
Foto: Pleno.News.
Fonte: The Intercept Brasil.
Redação por Portal Pontual.

