Manaus| 05 de Fevereiro de 2019 (Terça-Feira)
Na última segunda-feira (4), o Ministério Público Federal (MPF), pediu à Justiça do Paraná a prisão preventiva de Wilson Quintella Filho, Mauro de Morais e Antônio Kanji, presos na 59ª fase da Operação Lava Jato.
Os mesmo se encontram em prisão temporária, onde o prazo é de 5 dias, onde podem ser prorrogados por mais 5 , a prisão preventiva por sua vez, não tem prazo definido.
No documento expedido, o MPF ressalta que não conseguiu reunir a totalidade de documentos, mídias e demais elementos durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça. Para os procuradores, com o material coletado, já é possível afirmar a necessidade da conversão das prisões temporárias em prisões preventivas.
“Embora prejudicada a análise detida dos elementos probatórios arrecadados quando da realização de busca e apreensão, foi possível, desde já, avaliar a existência de novos elementos que demonstram a imprescindibilidade da conversão das prisões temporárias de Wilson Quintella Filho, Mauro de Morais e Antonio Kanji Hoshikawa em prisões preventivas, para garantia da ordem pública, a fim de interromper a prática delitiva habitual, bem como para que reste assegurada a instrução criminal e a aplicação da lei penal”, afirmam os procuradores.
As investigações analisam um suposto pagamento de propinas em contratos realizados para tratamento de resíduos, manutenção de dutos e para a construção de um estaleiro para produzir embarcações que transportaria no Rio Tietê.
Será apresentado pelo MPF, novos elementos que confirmam a participação dos três investigados no esquema de corrupção envolvendo empresas do Grupo Estre e a Transpetro.
Até o fechamento dessa matéria, a defesa dos acusados foi procurada mas não se pronunciou sobre o caso.
Redação Portal Pontual
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