Manaus | 07 de Fevereiro de 2019 (Quinta-feira)
O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, decretou luto oficial na cidade em consequência das mortes de cinco pessoas vítimas das fortes chuvas na noite de quarta-feira (06).
“A prefeitura está decretando luto oficial de três dias pela tragédia que se abateu sobre a cidade e pelas pessoas que perderam [suas vidas]. A cidade se movimenta bem, apesar do trânsito intenso pela manhã. Ainda há bolsões d’água, principalmente no Jardim Botânico. Como estão previstas chuvas para a parte da tarde, a prefeitura recomenda que as pessoas que puderem fiquem em suas casas, optem pelo transporte coletivo ou procurem áreas seguras”, disse o prefeito em comunicado.
Entre as cinco mortes confirmadas até o momento, uma foi na Avenida Niemeyer, em São Conrado, onde uma árvore caiu sobre um ônibus e atingiu a ciclovia. Uma moça, cuja identidade ainda não foi revelada, ficou presa entre as ferragens na parte da frente do coletivo atingido.
Mãe e filho morreram em consequência do desabamento de uma casa em Pedra de Guaratiba, identificados como Isabel e Mauro Paes. O marido de Isabel, Áureo Paes, e o filho Arthur ficaram feridos e foram levados para o Hospital Lourenço Jorge.
Na Favela da Rocinha foi registrada uma morte em consequência de desabamento de uma barreira, e no Vidigal, outra em consequência da queda de um muro. Ambas as favelas ficam em São Conrado, na zona sul da cidade.
Marcelo Crivella informou que o maior problema que a cidade está enfrentando no momento é na Avenida Niemeyer, que permanecerá interditada até a sexta-feira (08). “Vamos ver a profundidade do solo. Todos sabem que existe uma rocha sã (rocha remanescente de superfície aplainada), com pouca profundidade e com solo de cobertura, que por ser fixo retém água”, explicou.
Foto: Celso Pupo/ Fotoarena/Folhapress.
Fonte: Agência Brasil.
Redação por Ana Flávia Oliveira.

