Manaus | 06 de Março de 2019 (Quarta-feira)
O diretor do Hospital Correia Picanço (HCP), Thiago Ferraz, publicou nesta quarta-feira (06), uma nota informando sobre as pessoas vítimas de “agulhadas” e sobre as ocorrências do caso. O número de pessoas atendidas suspeitas de terem sido cortadas por objetos pontiagudos em blocos de rua aumentou para 24.
“Algumas pessoas chegaram [no hospital] com lesão na pele e estava no meio do Carnaval, a maioria em Olinda, mas também no Galo, Recife Antigo, e outros locais da Região Metropolitana. Elas realizam o teste rápido de HIV, para saber se não tinham a doença antes. Sendo negativo recebem a profilaxia, para a proteção contra o HIV. Elas vão tomar por 28 dias”, informou.
A Secretaria Estadual de Saúde (SES) também se pronunciou sobre o caso, alegando que desde o início do carnaval, cerca de 10 pessoas deram entrada no hospital. E explicou ainda que todos os pacientes estão passando pela profilaxia pós-exposição (PeP), sendo um procedimento padrão.
Em seguida, após a avaliação médica, são liberados e orientados sobre o retorno após 30 dias para a conclusão do tratamento. Além disso, os pacientes também foram orientados a procurar os órgãos competentes para as devidas investigações sobre o ocorrido.
Ainda de acordo com Thiago Ferraz, dos 24 casos, 15 são mulheres, com idades entre 17 e 46 anos. Entre elas, há uma turista de Minas Gerais. O diretor do HCP também informou que o risco de transmissão da doença por material cortante/ perfurante é menor se comparado a relações sexuais.
“Mas tem muitas variáveis, como qual fluído que estava no material e a situação de carga viral da pessoa no material e a situação de carga viral da pessoa da qual o fluído fazia parte”. Explicou.
Foto: Reprodução/ Superinteressante.
Fonte: Com informações da JC.
Redação por Ana Flávia Oliveira.

