Manaus | 05 de Abril de 2019 (Sexta-feira)
Na última quinta-feira (04), comunidades indígenas que ficam localizadas às margens do Rio Negro, receberam as equipes de saúde da Prefeitura de Manaus para serem imunizadas contra a Influenza (vírus H1N1).
Na última quarta-feira (03), o percentual geral de vacinação era de 99,14%, das 455.083 pessoas do público-alvo. Porém, indígenas e gestantes ainda são grupos que possuem um número baixo de imunização, 25,12% e 80,81% respectivamente.
Por isso, paralelamente, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) atua não só nas aldeias, como também nas maternidades, ressaltando que as doses contra a Influenza seguem disponíveis ao público-prioritário nas 183 salas de vacinação do município.
“As equipes ficam até sexta-feira, 5/4, visitando sete comunidades no rio Negro. Vamos continuar esperando as grávidas para vacinar e, somando com os indígenas, fechar essa campanha com chave de ouro”, destacou o secretário da Semsa, Marcelo Magaldi.
A meta das equipes da Semsa é vacinar 450 indígenas, percorrendo a calha do rio negro, de sete comunidades, sendo elas, Terra Preta, Nova Esperança, Três Unidos, São Tomé, Kuanã, Boa Esperança e Barreirinha. Além dos 450 indígenas dessas sete comunidades, outros 170 indígenas da área do Tarumã também já receberam a vacina, totalizando 620 indígenas vacinados.
A operação da Semsa contra a H1N1 nas comunidades acontece em parceria com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai).
Mesmo com a meta de vacinar 90% do público-alvo, estabelecida pelo Ministério da Saúde, já ultrapassada na capital, o prefeito Arthur Virgílio Neto determinou que o índice específico de vacinação dos grupos prioritários alcance o percentual desejado.
“Alcançamos a meta em tempo recorde, antes mesmo dos 15 dias que havia estipulado. Esperamos chegar aos 100% e ampliar a imunização para outros grupos que também estão mais expostos ao vírus, como rodoviários, feirantes e trabalhadores da limpeza e infraestrutura”, destacou o prefeito.
Foto: Altemar Alcântara / Semcom.
Fonte: Com informações da Semcom.
Redação por Ana Flávia Oliveira.

