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Saúde | Manaus apresenta médio risco para infestação do Aedes aegypti, de acordo com diagnóstico

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Manaus | 14 de Março de 2019 (Quinta-feira)


A Prefeitura de Manaus, através da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), divulgou o resultado do 1º Diagnóstico da Infestação do Aedes aegypti de 2019, realizado no mês de fevereiro, e apontou que na capital apresenta um índice de infestação de 2,2%, permanecendo em médio risco para as doenças transmitidas pelo mosquito.

O número aponta uma redução em relação ao primeiro diagnóstico de infestação realizado no mesmo período do ano 2018, quando o índice registrado foi de 3,0%.

“Nesse primeiro diagnóstico do ano, equipes de agentes de endemias visitaram 28.814 imóveis em todos os bairros de Manaus, envolvendo cerca de 380 profissionais da Semsa. A estratégia de trabalho abrangeu, por meio de visita domiciliar, a identificação e coleta de formas imaturas (larvas) do mosquito, assim como a eliminação e tratamento de potenciais criadouros do Aedes, como nos determinou o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto”, informou o secretário municipal de Saúde, Marcelo Magaldi.

Também foi constatado no diagnóstico os bairros que possuem alta, média e baixa infestação do mosquito, e de acordo com o secretário, os bairros considerados com grau alto de proliferação é onde deverá haver um maior controle de ações para o combate ao Aedes aegyti.

“São bairros que apresentaram indicadores de maior infestação do Aedes aegypti e, consequentemente, com maior risco para a transmissão de zika, dengue e chikungunya. Esses bairros são áreas indicadas para intensificação das ações de controle do mosquito no município de Manaus, seguido dos bairros em média e baixa infestação”, disse.

Confira os oito bairros que podem ser considerados com alta infestação do mosquito Aedes aegyti:

São José, Coroado e Armando Mendes (zona Leste); o bairro da Glória (zona Oeste); Adrianópolis, São Francisco, Santa Luzia e Colônia Oliveira Machado (zona Sul).

Confira os 39 bairros considerados pelo diagnóstico com média infestação:

Vila Buriti, Morro Liberdade, Betânia, Centro, Praça 14, Chapada, Cachoeirinha, Educandos, Crespo, São Lázaro, Japiim, Parque 10, Aleixo, Nossa Senhora das Graças, Flores, Petrópolis e Raiz (zona Sul); Tarumã, Lírio do Vale, São Jorge, São Raimundo, Compensa, Vila da Prata, Dom Pedro, Da Paz, Redenção e Alvorada (zona Oeste); Cidade Nova, Colônia Santo António, Santa Etelvina, Novo Israel, Novo Aleixo, Cidade de Deus e Colônia Terra Nova (zona Norte); e Colônia Antônio Aleixo, Zumbi, Tancredo Neves, Gilberto Mestrinho e Jorge Teixeira (zona Leste).

Confira os 16 bairros que possuem a baixa infestação do mosquito:

Distrito Industrial I, Nossa Senhora de Aparecida, Presidente Vargas e São Geraldo (zona Sul); Tarumã Açú, Ponta Negra, Santo Agostinho, Nova Esperança, Planalto e Santo Antônio (zona Oeste); Monte das Oliveiras, Nova Cidade e Lago Azul (zona Norte); e Mauazinho, Puraquequara e Distrito Industrial II (zona Leste).

O período considerado epidêmico para as doenças transmitidas pelo mosquito é de novembro a maio, além disso, o calor e as chuvas são algumas das condições apontadas pelo diagnóstico para a proliferação do Aedes aegyti.

“Por isso, é importante que a população colabore com cuidados simples e com a aplicação do Check List 10 minutos contra o Aedes, com verificação semanal da própria residência para manter o ambiente domiciliar livre de larvas do mosquito”, recomenda Marcelo Magaldi.

Foto: José Nildo/ Semsa.

Fonte: Com informações da Semsa.

Redação por Ana Flávia Oliveira.

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Eric Lima

Criador do Portal Pontual

Mestrado em Saúde, Sociedade e Endemias na área de concentração de Epidemiologia de Agravos e Prevalentes na Amazônia pelo instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/FIOCRUZ), Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Universidade Federal do Pará (UFPA - 2013). Tem experiência em pesquisa na área de Epidemiologia, Saúde Coletiva com ênfase em Saúde Pública, Avaliação de Serviço em Saúde e Saúde Baseada em Evidências, desenvolvendo estudos nos temas: Tuberculose, Resistência aos fármacos, Tuberculose Multirresistente, Coinfecção TB/HIV.

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